segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

CONTROLE DO SER

Controle, autocontrole, controlar
Tomar suas rédeas
Tomar atitudes, sem sufocar, sem ferir
Na dose certa, medida correta
Cuidar, sem possuir, liberdade de interagir.

Mesclar-se com o outro, sensibilidade
Olhar para suas ações com veracidade
Deixar seu ser fluir sem apertar
Tênue medida, dar sem esperar

A alma reclama, o ego sofre
O Ser se encanta, no aprender
Se desenvolve

Posse, fascismo do ter
De que adianta sem ser?
Ser em essência, eloquente
Compreender a segurança de ser
Puramente VOCÊ

Tranquilidade silente
Quem precisa da fala quando a alma compreende?
Ser sem se deixar contaminar
Pela dor alheia, visão torta
Projeções de medos, preconceitos

Quem sabe da sua dor?
Quem sabe do seu aprender?
Quem sabe da sua Luz, forma, cor?

Sentir-se amado, seguro
Para transmitir harmonia
Paz, calmaria

Amar-se primeiramente
Se não, como vibrar em tal frequência
Reverberar AMOR, compreensão
Afastando qualquer distorção

Aceitar-se simplesmente
Quem sabe da sua dor?
Quem sabe do seu aprender?
Quem sabe da sua Luz, forma, cor?







3 comentários:

  1. Conteúdo e poesia. LInda mensagem!

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  2. Sábias palavras Mari!
    Como sempre, me ajudam muito!!! Amei tb a postagem sobre mudanças!!!

    Bjs

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